Salud ambiental: análisis de la percepción de los riesgos de salud de dos comunidades situadas en áreas vulnerables del noreste brasileño

Diana Themistocles Lima de Araújo, Amanda Nogueira Medeiros, Viviane Souza do Amaral, Julio Alejandro Navoni

Resumen


En el escenario mundial, las actividades humanas han interferido cada vez más en la salud ambiental y humana, afectando áreas más intensamente vulnerables. El noreste brasilero se caracteriza por un marcado déficit hídrico, además de ser un área rica en minerales que conduce a la explotación de estos recursos. La percepción ambiental de la población en áreas vulnerables, contribuye a comprender el escenario social y ambiental además de sus consecuencias a nivel de salud. El presente estudio tuvo como objetivo caracterizar el escenario ambiental y los posibles impactos de las actividades extractivas en municipios ubicados en el estado de Rio Grande do Norte. El estudio incluyó la aplicación de cuestionarios semiestructurados describiendo características sociodemográficas, ambientales y de salud de la población en los municipios de Lajes Pintadas y en el área residencial de una empresa minera. En este estudio se observan diferencias significativas en los estilos de vida, la ocupación y el perfil de salud, incluida la aparición de malformaciones, abortos y cáncer, entre otros. Además, se observó un perfil diferencial en la percepción ambiental de los escenarios estudiados. Los resultados obtenidos demuestran la existencia de factores que diferencian, al menos en parte, la contribución del escenario ambiental en la percepción de los residentes, destacando la relevancia de los aspectos socioeconómicos y culturales.

Palabras clave


comunidades vulnerables; percepción; riesgo ambiental; salud humana

Texto completo:

PDF
PDF (Português (Portugal))

Referencias


Lermen HS, Fisher PD. Percepção ambiental como fator de saúde

pública em área de vulnerabilidade social no Brasil. Revista de

APS. 2010; 13(1):62-71.

Ayres JRCM, França Junior I, Calazans GJ, Saletti Filho HC. O

conceito de vulnerabilidade e as praticas de saúde: novas

perspectivas e desafios. In: Czerina D, organizadora. Promoção

da Saúde: conceitos, reflexões, tendências Rio de Janeiro:

Fiocruz. 2003. pp. 121-44.

Tunes MR. Perspectiva da mineração no Mundo e no Brasil. Porto

Alegre: Instituto Brasileiro de Mineração – Ibram. [atualizado

em 2014; citado em 19 de janeiro de 2020] Disponível em:

http://www.ibram.org.br/sites/1300/1382/00005262.pdf.

Pontes JC, Farias MSS, Lima VLA. Mineração e seus reflexos

socioambientais: Estudo de Impactos de vizinhança

(EIV) causados pelo desmonte de rochas com uso de

explosivos. POLÊM! CA. 2013; 12(1):77-90.

Bezerra LMA. Análise dos impactos socioambientais

decorrentes da mineração na chapada do Araripe, Nova Olinda,

Ceará. Geosaberes, Fortaleza. 2015; 6(2):79-89.

Moniz MDA, Carmo CND, Hacon SDS. Percepção da qualidade

ambiental de localidades próximas ao Complexo Petroquímico

do Rio de Janeiro, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva. 2016; 21:1871-

Da Costa LRF, De Oliveira VPV. Sistemas ambientais,

vulnerabilidade ambiental e uso e ocupação na sub-bacia

hidrográfica do riacho Santa Rosa–Nordeste do Brasil. Revista

Brasileira de Geografia Física. 2019; 12(04):1525-37.

Martins ESPR, et al. Monitor de Secas do Nordeste, em busca

de um novo paradigma para a gestão de secas. 1a edição ed.

Brasília: Banco Mundial. 2015.

Leff E. Epistemologia ambiental. 5ª edição. São Paulo: Editora

Cortez. 2011.

Grupo de Estudos e Pesquisa em Empreendedorismo Social da

Enfermagem e Saúde. Validação de conceito de viver saudável à

luz da complexidade. Santa Maria (RS): GEPESES. 2012.

Medeiros WDDA, Cunha L., Almeida ACD. Riscos ambientais e

percepção no litoral: estudo comparativo Brasil-Portugal. Revista

Geonorte, Edição Especial. 2012; 1(4):985-97.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). [atualizado

em 2010; citado em 21 de janeiro de 2020] Disponível em:

https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rn/currais-novos/panorama.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). [atualizado

em 2010; citado em 21 de janeiro de 2020] Disponível em:

https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rn/lajes-pintadas/panorama.

Godeiro MLS, et al. Caracterização de pré-concentrado do rejeito

de scheelita da mina brejuí em concentrador centrífugo. Holos.

; 5:81-90.

Bardin L. Análise de conteúdo. Edições 70. São Paulo: Editora

Almedina. 2011.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). [atualizado

em 2019; citado em 12 de fevereiro de 2020] Disponível em:

.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (Atlas Brasil).

[atualizado em 2013; citado em 07 de fevereiro de 2020]

Disponível em: http://www.atlasbrasil.org.br/2013/pt/perfil_m/.

Bezerra AG, Souza AT, Carvalho PRL, Bedor CNG. Identificação

do potencial carcinogênico dos agrotóxicos: tetraconazol,

ciproconazol, triadimenol, poxadiazona e cloransulam-metílico.

Evolvere Scientia. 2013. [atualizado em 2013; citado em 21 de

janeiro de 2020] Disponível em: http://www.scientia.univasf.

edu.br/vol2/paper02-pp9-18.pdf.

Mello Viero C, Camponogara S, Cezar-Vaz MR, Zavarese Da Costa

V, Colomé Beck CL. Sociedade de risco: o uso dos agrotóxicos

e implicações na saúde do trabalhador rural. Escola Anna Nery

Revista de Enfermagem. 2016; 20(1).

Da Silva DA., Hong O. Análise do cenário de saúde e segurança

dos trabalhadores atuantes na atividade de mineração

brasileira. Revista de Enfermagem e Atenção à Saúde [Online],

Minas Gerais. 2017; 6(2):134-43.

Vasconcelos FD. Atuação do Ministério do Trabalho na

fiscalização das condições de segurança e saúde dos

trabalhadores, Brasil, 1996-2012. Revista Brasileira de Saúde

Ocupacional. 2014; 39(129):86-100.

Pareja JMD, Guerra FF, Vieira SR, Teixeira KMD. A produção do

espaço e sua relação no processo de saúde – doença familiar.

Saúde e Sociedade. São Paulo. 2016; 25(1):133-44.

Mantovani MF, Maciel KF, Pelinski A, Gaio DM. Fusuma F, Ulbrich

E. Dificuldades no tratamento da doença crônica: relato de

experiência de atividade de extensão. Ciência Cuidado e Saúde.

; 10(1):157-61.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS). Envelhecimento

ativo: uma política de saúde. Brasília: Organização Pan-

Americana da Saúde, 2005.

Medeiros JB. Fatores associados à hipertensão arterial em idosos

longevos residentes em um município do nordeste brasileiro.

Dissertação: Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública –

PPGSP – Universidade Estadual da Paraíba. 2018.

WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Global strategy on diet,

physical activity and health. Geneva, Switzerland. 2004.

WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Diet, Nutrition and

the Prevention of Chronic Diseases. World Health Organization.

; 916:1–3.

Guedes GR, Simão AB, Dias CA, Braga EO. Risco de adoecimento

por exposição às águas do Rio Doce: um estudo sobre a

percepção da população de Tumiritinga, Minas Gerais, Brasil.

Cadernos de Saúde Pública. 2015; 31(6):1257-68.

Da Silva ALMA, De Eston SM, Iramina WS, Francisca DD. Radon

in Brazilian underground mines. Journal of Radiological

Protection. 2018; 38(2):607-20.

COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR. CNEN-NN-4.01:

Requisitos de Segurança e Proteção Radiológica para

Instalações Mínero-industriais. [atualizado em 2016; citado em

de fevereiro de 2020] Disponível em: http://appasp.cnen.gov.

br/seguranca/normas/pdf/Nrm401.pdf.

Navoni JA, De Pietri D, Olmos V, Gimenez C, Bovi Mitre G, De

Titto E, Villaamil Lepori EC. Human health risk assessment with

spatial analysis: study of a population chronically exposed to

arsenic through drinking water from Argentina. Science of The

Total Environment. 2014; 499:166-74.

Programa das Nações Unidas (PNUD). Pesquisa Nacional de

Saúde. Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil. [atualizado

em 2013; citado em 12 de fevereiro de 2020] Disponível em:

http://www.atlasbrasil.org.br/2013/pt/download/.

Da Silva WMP, Bembom LV, De Azevedo SC, Figueiredo MSC,

Da Silva WT, De Araujo Cavallero SR, Barra WF. Quality of life

of patients with cancer gastrointestinal in chemotherapeutic

treatment in a center of high complexity in oncology in the

Amazon region, Brazil. Brazilian Journal of Health Review 2019;

(5):4579-99.

Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva

(INCA). Rio Grande do Norte e Natal – estimativa de novos casos

no ano de 2020. [atualizado em 2019; citado em 12 de fevereiro

de 2020] Disponível em: https://www.inca.gov.br/estimativa/

estado-capital/rio-grande-do-norte-natal.

Santos MO. Estimativa 2018: Incidência de câncer no Brasil.

Revista Brasileira de Carcerologia. 2018; 64(1):119-20.

Imanichi D, Moraes CF, Soteroi RDC, Gomes LO. Fatores de risco

do câncer de pele não melanoma em idosos no Brasil. Diagn.

Tratamento. 2017; 22(1):3-7.

Rappaport SM. Implications of the exposome for exposure

science. Journal of Exposure Science and Environmental

Epidemiology. 2011; 21(1):5-9.

Sposito JCV, Francisco LFV, Grisolia AB. Efetividade do ensaio

Trad-MCN para avaliação de contaminantes atmosféricos em

regiões brasileiras. Ambiente & Água - An Interdisciplinary

Journal of Applied Science. 2017; 12(3):500-12.

Chaman R, et al. Consanguinity and Neonatal Death: A Nested

Case-Control Study. Journal of Family and Reproductive Health.

; 8(4):189–93.

Farias AAD. A ancestralidade de populações do Nordeste

brasileiro com elevadas frequências de casamentos

consanguíneos e prevalência de doenças genéticas raras.

Universidade de São Paulo. 2018.

Silva CM, Mateo-Castillo JF, QueirozTB, Gonçales AG, Neves LTD,

Pereira MCM. Consanguinidade parental na fissura de lábio

isolada não-sindrômica. Faculdade de Odontologia de Bauru:

Universidade de São Paulo. 2018.

Oliveira, PC de. Suscetibilidade genética ao câncer hereditário e

espotádico na população de Monte Santo-BA. Instituto Gonçalo

Moniz: Fundação Oswaldo Cruz. 2018.


Enlaces refback

  • No hay ningún enlace refback.




Copyright (c) 2020 Revista de Salud Ambiental

Licencia de Creative Commons
Este obra está bajo una licencia de Creative Commons Reconocimiento-NoComercial 4.0 Internacional.